A “DANÇA PASTOSA DE ESTÁTUA DE CERA” DE PLANOS ESPACIAIS E TEMPORAIS EM OS CUS DE JUDAS
Palavras-chave:
Literatura Portuguesa, António Lobo Antunes, simultaneidade, memória, pós-modernismoResumo
É muito comum o entendimento de Os cusde Judas, de António Lobo Antunes, como um livro histórico (para compreender a Guerra de Angola) e autobiográfico (numa confusão da noção de autor e narrador), mas as próprias ideias do autor nos possibilitam refletir a respeito do valor estético da obra e do tipo de narrativa de meados do século XX. Esse artigo se atém, dessa forma, ao aspecto da sobreposição de planos da narrativa, pautando-se, para essa análise, nas noções de memória e pós-modernismo.




